Arquivo de maio 4, 2011


Não seja excessivamente justo nem demasiadamente sábio; […] Não seja demasiadamente ímpio e não seja tolo; […] É bom reter uma coisa e não abrir mão da outra, pois quem teme a Deus evitará ambos os extremos. Eclesiastes 7:16-18

Partindo da definição comum de equilíbrio como harmonia, moderação, autocontrole, postura sem oscilação, o Dr. Spencer Johnson, em seu livro Um Minuto Para Mim, define equilíbrio como “estilo de vida que contempla todas as áreas da vida”.
Equilíbrio é você viver de maneira equilibrada, podendo em alguns momentos se decidir entre a aproximação e o retraimento, o muito e o pouco, o tradicional e o contemporâneo, entre o amor e a disciplina, entre as mãos de Marta e o coração de Maria.
Ser equilibrado não significa ser alguém sem tônus, frio, impassível, calculista. Nem devemos imaginar que equilíbrio seja uma régua, uma trena para ver se saímos do trilho, nos excedemos ou fomos longe demais.
O inimigo do bem quer nos polarizar em diferentes áreas da vida. Quer que sejamos extremistas.
Se concordarmos que “equilíbrio é contemplar todas as áreas da vida”, precisamos de um estilo de vida em que levemos em conta família, trabalho, recreação, amigos, igreja e nossas necessidades pessoais.
A família precisa de atenção e mais quantidade de tempo, em lugar de estar em frente ao computador e à televisão. O trabalho e a vida profissional requerem constante aperfeiçoamento. A vida devocional e a comunhão com Deus também devem estar todos os dias em nossa agenda. O lazer, a recreação e o relacionamento com os amigos igualmente fazem parte desse equilíbrio.
Jesus cumpriu Sua missão aqui na Terra com equilíbrio. Não temos registro de que Ele alguma vez estivesse apressado. Nunca vemos Jesus pressionando os discípulos para ultrapassarem os limites, negligenciar o descanso ou deixar de comer. Ele sabia quando trabalhar, quando começar e quando terminar. Até nos últimos momentos, de certa forma, podemos ver equilíbrio na vida de Jesus: “Tomaram eles, pois, a Jesus; […] e com Ele outros dois, um de cada lado, e Jesus no meio” (Jo 19:17, 18, ARA).
Mesmo que a colocação da cruz de Jesus no meio possa ter sido uma indicação dos que O crucificaram de que Ele era o pior; por outro lado, Jesus estava dizendo: “Fique no centro. Evite os extremos.”

Retirado do Livro: Meditações Diárias 2011 – Momentos de Graça, 18 de abril.

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 DIRETO DA NOVA ZELÂNDIA:

 

Ola Queridos,

Fiquei super feliz de ser convidada a postar no Blog Jovens da PIEC,  afinal é uma maneira de me sentir mais próxima de todos que fazem parte dessa igreja abençoada que também é a minha congregação.

Recebi a tarefa de contar um pouco sobre a experiência espiritual longe do Brasil, então vou tentar!

Atualmente estou morando na cidade de Queenstown, num pequeno país situado no sudoeste do Oceano Pacífico, chamado Nova Zelândia.

Para quem nunca ouviu falar sobre a Nova Zelandia e o país aonde foi filmado a trilogia do filme “O Senhor dos Anéis”.

Mas afinal o que eu vim fazer aqui em uma ilha que bóia no oceano, e o tempo todo é palco de terremotos e tsunamis, alem de todos os outros fenômenos naturais que existem?

Foi fazendo essa pergunta, um dia antes de pegar o avião e embarcar numa viagem de 20 horas sobre o oceano, que o Senhor, nosso Deus, me lembrou de um sonho que tive a mais de cinco anos…

Em meu sonho, eu e outras pessoas entravamos em um local, e eu encontrava um índio que me perguntava, que livro era aquele em minha mão e eu pedia ao tradutor que dissesse a ele, que aquele livro era a Bíblia Sagrada, a palavra do Deus todo poderoso.

Então ele me perguntou: “Será que eu posso saber o que está escrito”?

Eu pedi ao tradutor que dissesse a ele que sim.

Então ele me disse: “traduza para mim eu quero saber”.
Daí eu perguntei: “quem é você e aonde eu estou, afinal que lugar é esse”?

E de dentro daquela aldeia indígena gritaram: “nos somos os aborígenes”.

Acordei assustada e fui pesquisar no Google o que era aquele nome aborígene, foi assim que descobri que são índios da Austrália e das ilhas do Pacífico.

Com o tempo esqueci o sonho, mas assim que desembarquei na cidade de Auckland, já na Nova Zelândia, após 3 dias, fui procurada por uma aborígene, que me pediu ajuda sobre como ler a Bíblia, pois ela tinha sede da palavra.

Dessa forma pude passar o pouco do que aprendi sobre a palavra para aquela índia. Ali, então relembrei deste sonho que tive a mais de 5 anos, e que ainda esta sendo realizado a cada dia enquanto vou vivendo nesse país que e tão longe do meu e tão cheio de pessoas vazias.

Apesar de ser um local extremamente rico e desenvolvido, aqui as pessoas são carentes e perdidas, os índices de alcoolismo e suicídios são extremamente elevados e as poucas igrejas evangélicas estão vazias.

Peço que os irmãos orem pelos povos desse lugar, pois alem de neozelandeses, Australianos e aborígenes, ainda temos os maiores índios originais, e eles estão sempre envolvidos em problemas, como a violência e o preconceito.

Cheguei a conclusão que no Brasil realmente e mais fácil servir ao Senhor. Afinal, aqui e em alguns outros lugares, em que pude conhecer, mal se tem escola Bíblica aos domingos de manhã.

Também não existem células, cultos de quinta, ou dois cultos aos domingos. Não há ministério de louvor, de crianças, ou qualquer outro.

Mais louvo ao Senhor, pois tenho comigo uma Bíblia, onde eu escuto Jesus falar todos os dias.

Bem que gostaria de poder contar tudo que o Senhor tem feito, mas nesse relato não seria possível, então vou ficando por aqui um forte abraço!

Da irmã que está com saudades de todos,

Tamara M. Rachid.